
Carla Camurati e Regina Navarro – Foto: Eny Miranda.
PRÉ-ESTREIA
No último dia 4 de maio, Carla Camurati recebeu convidados em pré-estreia do documentário Raízes do Sagrado Feminino. No filme, a diretora investiga como textos sagrados de religiões como hinduísmo, judaísmo, cristianismo e islamismo influenciaram, ao longo dos séculos, a construção de papéis subalternos para as mulheres. A exibição ocupou três salas do Estação Net, na Gávea,
AGENDA INTENSA
Giovanna Grigio se desdobra em vários lançamentos nos próximos meses. No dia 11 de junho, a atriz chega aos cinemas como Mia, na comédia romântica Trago seu amor. Além disso, está no longa Encontrada, como Sofia, e protagoniza a série Os 12 signos de Valentina, na Netflix, ambos ainda sem datas de lançamento.
SEM AVISO
A Waterloo Place, em Westminster, ganhou no último dia 29 de abril, uma nova escultura. A obra que retrata um homem de terno marchando sobre um pedestal, enquanto segura uma bandeira que também cobre o próprio rosto, apareceu sem aviso na capital britânica. Na sua base, a inscrição Bansky, foi suficiente para alimentar a especulação de que seria mais uma intervenção do artista de rua mais famoso e misterioso do mundo, algo que só confirmou no dia seguinte, 30 de abril, através de suas redes sociais.
NOVO ROMANCE
Bruna Lombardi volta a publicar em julho um romance inédito com Mulheres que sentem os espíritos, mais de três décadas depois de sua primeira obra do gênero Filmes Proibidos, lançada em 1990. O livro será lançado em julho, durante a Flip de Paraty, e tem orelha assinada por Djamila Ribeiro.
MERGULHO NO OCEANO
A exposição No meio do azul havia um futuro, da artista Cris Duarte, está em cartaz no Espaço Cultural Correios, no Centro de Niterói, até o dia 6 de junho. A mostra propõe uma leitura do Oceano Atlântico como elemento de cultura brasileira, explorando temas como memória e futuro ambiental, convidando o público a percorrer diferentes camadas simbólicas e políticas do mar. A visitação é gratuita.
SÓ PARA HUMANOS
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou que atores criados com inteligência artificial (IA) não serão elegíveis ao Oscar, ao lançar uma ofensiva contra o uso de ferramentas tecnológicas deste tipo. As novas regras incluem a exigência de que apenas intérpretes humanos reais, de carne e osso, e não seus avatares de IA. sejam elegíveis para os prêmios mais importantes do cinema americano. A Academia também vetará roteiros produzidos com a tecnologia.
