Carolina Chalita – Foto: Juliana Chalita.

EU MATEI SHERAZADE

Baseado no livro da escritora libanesa Joumana Haddad, o monólogo Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria volta ao Teatro TotalEnergies, na Glória, entre os dias 24 e 26 de julho. Com atuação e dramaturgia de Carolina Chalita, a montagem revisita a personagem de As Mil e Uma Noites para questionar a construção da imagem de Sherazade como símbolo de emancipação feminina e refletir sobre os diferentes olhares lançados às mulheres árabes. Depois da temporada carioca, o espetáculo segue em circulação pelo estado.

RIO À MESA COM PORTUGAL

A Chefs Week chega ao Rio com uma programação especial no Copacabana Palace, reunindo grandes nomes da gastronomia brasileira e portuguesa em dois jantares exclusivos. No dia 28 de julho, o hotel recebe um encontro entre Pedro Lemos, Vítor Matos, João Paulo Frankenfeld e Jessica Trindade. Já no dia 29, a experiência continua com João Oliveira, Marlene Vieira, Thomas Troisgros e Alberto Morisawa. O banquete a oito mãos celebra o encontro entre diferentes estilos e tradições culinárias, unindo técnicas contemporâneas, ingredientes brasileiros e a influência da gastronomia portuguesa em uma experiência única. A programação integra a primeira edição carioca da Chefs Week, que também promove o Menu Chefs Week, com participação de mais de 40 restaurantes do Rio e de Niterói, oferecendo menus especiais em três etapas pelo valor fixo de R$ 250, com bebidas e harmonizações à parte.

VINHOS ICÔNICOS NO COPACABANA PALACE

Rótulos consagrados como Gaja, Sassicaia e Vega Sicilia estarão em destaque no Copacabana Palace, que recebe, no dia 30 de julho, dez masterclasses exclusivas dedicadas ao universo dos grandes vinhos. A programação será seguida pelo Copa Wine Experience, uma experiência de degustação para apreciadores e entusiastas da enogastronomia. A agenda integra a Chefs Week, que amplia sua programação até 25 de agosto com a ação Vinhos de Portugal na Orla Rio, levando cartas especiais e petiscos a cerca de 20 quiosques do Leme à Barra da Tijuca. O festival ainda reúne experiências gastronômicas em diferentes endereços, com jantares na FLIP, em Paraty, no MAC Niterói e o Chefs Week Summit, no Palácio São Clemente.

NITERÓI E O CINEMA NEGRO BRASILEIRO

A memória encontra o cinema em um dos espaços históricos de Niterói. Hoje, 22 de julho, o recém-restaurado Solar Notre Rêve, no Centro, recebe a mostra OJÚ – Negritude no Cinema, um encontro dedicado às narrativas negras no audiovisual brasileiro. Com entrada gratuita, a programação reúne exposição fotográfica, exibição de curtas-metragens e rodas de conversa que colocam em pauta temas como identidade, acesso, representação e os caminhos da produção cinematográfica negra no país. O cenário escolhido também faz parte da história: o palacete centenário, que passou por um processo de restauração, abre suas portas como espaço cultural para um dia de reflexão e celebração da criação artística negra. Entre os destaques estão a exposição Imagens da Negritude e quatro mesas de debate que discutem desde a disputa de narrativas no cinema brasileiro até afrofuturismo, empreendedorismo negro, educação e direitos humanos. Uma programação que aproxima passado e futuro, mostrando como o cinema também ajuda a preservar memórias e a construir novas perspectivas.

CORES DE PARINTINS NO RIO

A magia de Parintins desembarca no Rio de Janeiro. A partir de amanhã, 23, o Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro recebe a exposição Boi-Bumbá de Parintins: Do Brincar ao Futuro, que revela a criatividade e a força cultural por trás de um dos maiores espetáculos folclóricos do país. Com peças produzidas por artesãos dos bois Garantido e Caprichoso, a mostra reúne alegorias, esculturas e obras que traduzem histórias, tradições e a identidade amazônica. Uma imersão na arte que transformou o Festival de Parintins em uma das manifestações mais vibrantes da cultura brasileira

O LENÇO VOLTA À ELEGÂNCIA MASCULINA

Pequeno no tamanho, mas cheio de personalidade, o lenço ressurge como um detalhe de estilo no guarda-roupa masculino. No bolso do blazer, no pescoço com uma camisa de linho ou como ponto de cor em uma produção mais discreta, o acessório resgata uma tradição de elegância sem perder a modernidade. Mais do que tendência, o lenço traduz um jeito de vestir com intenção: menos excesso, mais personalidade.

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